Vale parar, ver e ouvir...
The Mountain from TSO Photography on Vimeo.
Para quem não conhece, esse vídeo foi feito a partir de milhares de fotos tiradas a um espaço de tempo de 1 minuto durante várias horas.
VEJA EM TELA CHEIA
terça-feira, 7 de junho de 2011
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Mensagem de Final de Ano!.... Carnaval!..... Aniversário!.... Formatura!....
Vejamos e pensemos um pouco mais em valorizar a vida!
Tudo isso acontece aqui no Brasil. Só a imagem da cadeia é ficção científica.
Tudo isso acontece aqui no Brasil. Só a imagem da cadeia é ficção científica.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
As contradições de uma "gu(s)erra" suja!
Vale a pena dar uma olhada, pelo menos para pensar!
Sem comentários!
Sem comentários!
terça-feira, 26 de outubro de 2010
MANIFESTO DOS PROFESSORES E STAs COM DILMA
Estimados estudantes, professores e técnico-administrativos da UFPEL, Prezados cidadãos e cidadãs pelotenses.
Somos professores e técnico-administrativos de diversos cursos e unidades acadêmicas e administrativas da Universidade Federal de Pelotas e viemos a público firmar nosso convicto apoio à candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República.
Nosso apoio se funda na importância da continuidade do trabalho iniciado no governo Lula para a universidade brasileira, para a região e para o país.
O governo Lula, após anos de sucateamento promovido pelo governo FHC, do qual o candidato José Serra foi um dos protagonistas, iniciou um eficiente processo de valorização do ensino público federal, por meio da expansão do ensino superior e do ensino técnico. Estes investimentos têm trazido importantes resultados para Pelotas: a expansão da UFPEL e do IF-Sul significou a contratação de centenas de professores, a abertura de milhares de vagas para estudantes, a aquisição de equipamentos e a expansão da estrutura física, o aumento do número e valor de bolsas, verbas para pesquisa e projetos de extensão. Essa ampliação também repercutiu de forma positiva na dinâmica da economia pelotense.
Contudo, é de ciência da comunidade acadêmica que o REUNI ampliou a estrutura do ensino superior no Brasil, e precisa agora de manutenção e qualificação daquilo que foi erguido ou está em processo de consolidação.
Vemos a candidatura de José Serra como um risco de interrupção deste processo. Traria resultados catastróficos para nossa universidade e para nossa cidade, bem como para o ensino superior como um todo em nosso país.
A candidatura Dilma Rousseff representa a continuidade de um conjunto de ações e investimentos federais que têm contribuído de forma determinante para a retomada do desenvolvimento em nossa região: os investimentos na UFPEL, FURG, IF-Sul e UNIPAMPA somam-se a tantos outros, como a expansão do Porto de Rio Grande, a indústria naval, a duplicação da BR. Além do avanço do ensino e da cultura, significa a expansão do emprego. Dilma representa o compromisso com a continuidade da política de descentralização dos investimentos federais. Contrariamente, o governo de FHC, representado por Serra, tinha como prática a centralização dos recursos nos ditos “centros de excelência”, precarizando a universidade pública brasileira.
No que se refere ao relacionamento do Governo Federal com as universidades, hoje existe um clima positivo de diálogo respeitoso, diferentemente do ocorrido no passado.
Diante do risco representado à nação pela candidatura de Serra, vários intelectuais e artistas brasileiros têm manifesto, nos últimos dias, de forma veemente, seu apoio a Dilma Rousseff. Continuidade do governo Lula, está comprometida com os investimentos na ciência, na educação e na cultura.
Tomamos a liberdade de nos apropriarmos das palavras de Oscar Niemeyer, que, do alto de seus 102 anos de idade, argumenta que Dilma representa o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que “pela primeira vez deixou o povo brasileiro sorrir um pouco”.
O voto em Dilma é um voto pela UFPEL, pelo desenvolvimento de Pelotas e região. O voto em Dilma também é um repúdio ao preconceito, ao uso da difamação e calúnias como arma política.
Pelotas, 22 de outubro de 2010.
1. Acelino Alves Borges – STA/aposentado
2. Adair Fagundes Soares – STA/aposentado
3. Adão Zair - STA/Aposentado
4. Adriane Luisa Rodolpho (Antropologia/ICH)
5. Adriano Moraes de Oliveira (Teatro/IAD)
6. Afra Suelene Mendonça (Faculdade de Enfermagem)
7. Agostinho Mario Dalla Vecchia (FaE)
8. Álbio Ferreira Costa – STA/PRGRH
9. Alcir Nei Bach (Geografia/ICH)
10. Alfredo Luis Mendes d'Avila (Centro das Engenharias)
11. Alvaro Barreto (ISP)
12. Álvaro Borges de Araújo - STA/Aposentado
13. Amauri Barcelos (Engenharia Sanitária e Ambiental)
14. Amilcar Barum (IFM)
15. Anderson Lobato (Faculdade de Direito)
16. Andrea Czarnobay Perrot (Centro de Letras e Comunicação)
17. Angela Julia Abreu Rodrigues - STA/HE
18. Angela Machado Tavares (STA/ICH)
19. Aniê Coutinho de Oliveira (ESEF)
20. Anna Cristina Karini Martins (STA/ PPGCS/ISP)
21. Antonio Augusto da Silva Azambuja - STA/PRIE
22. Antonio Carlos Cleff - STA/FaUrb
23. Ari Dalvo Rossler Carré - STA/IB
24. Ari Wickboldt - STA/PRIE
25. Aristeu Lopes (História/ICH)
26. Aulus Mandagará Martins (Centro de Letras e Comunicação)
27. Avelino da Rosa Oliveira (FaE)
28. Barto Olivan Rosa de Freitas - STA/PRIE
29. Beatriz Ana Loner (História/ICH)
30. Carlos Alberto Santos (IAD)
31. Carlos Antônio Pereira Campani (Matemática e Estatística/IFM)
32. Catharina Beatriz dos Santos Motta (STA/IFM)
33. Celeste S. Pereira (Faculdade de Enfermagem)
34. Clademir Araldi (Filosofia/ISP)
35. Cláudio Baptista Carle (Arqueologia/ICH)
36. Cláudio Barros Goulart - STA/Aposentado
37. Conceição Paludo (FaE)
38. Cristina Gevehr Fernandes (Veterinária)
39. Daniel Maurício Viana de Souza (Museologia/ICH)
40. Daniele Fonseca (Conservação e Restauro/ICH)
41. Darci Cardoso da Silva - STA/FAEM
42. Dartagnan Padilha Vieira - STA/FaE
43. Denir Domingues Cunha - STA/Aposentado
44. Denise Bussoletti (FaE)
45. Dione Dias Torriani (Odontologia)
46. Eder Joao Lenardao (DQAI-IQG)
47. Edgar Barbosa Neto (Faculdade de Turismo e Administração)
48. Edgar Gandra (História/ICH)
49. Ediane Sievers Acunha – STA/IFM
50. Edimar Gonçalves Ribeiro - STA/HE
51. Eduardo Fontes Henriques (Física/IFM)
52. Eliana Povoas Brito (CEAD)
53. Eliane Pardo Chagas (ESEF)
54. Eliane Peres (FaE)
55. Elisandro Schultz Wittizorecki (ESEF)
56. Erika Collischonn (Geografia/ICH)
57. Evandro Piva (Odontologia)
58. Éverson da Silva Mascarenhas - STA/IAD
59. Éverton da Cunha Maciel - STA/IAD
60. Fabiana Seixas (Biotecnologia)
61. Fabiane Tejada da Silveira (IAD)
62. Fábio Kellermann Schramm (FAT/UFPel)
63. Fábio Vergara Cerqueira (História/ICH)
64. Flávia Maria Silva Rieth (Antropologia/ICH)
65. Flávio Demarco (Odontologia)
66. Flávio Reina Abib - STA/CAVG
67. Florismar Oliveira Thomaz (ESEF)
68. Francisca Ferreira Michelon (IAD)
69. Francisco dos Santos Kieling (Pedagogia a Distância/UAB/CEAD)
70. Francisco Pereira Neto (Antropologia/ICh)
71. Geonir Machado Siqueira (IQG/DQO)
72. Gerson Roberto Neumann (FL)
73. Giancarla Salamoni (Geografia/ICH)
74. Gilceane Caetano Porto (FaE)
75. Giovanni da Silva Nunes (IFM)
76. Isabel Porto Nogueira (IAD)
77. Joanna Darc Correa Marcello Machado (STA/FaE)
78. João Alberto dos Santos Pedroso (STA/FaE)
79. João Alcides de Souza da Cunha - STA/FV
80. João Hobuss (Filosofia/ISP)
81. João Vicente Cardoso de Mattos - STA/ESEF
82. José Carlos Brandão Garcia - STA/Aposentado
83. José da Costa Sacco (Professor Titular/Aposentado/Botânica/IB)
84. José Fernando Kieling (CEAD)
85. José Lúcio da Silva Tavares - STA/CI
86. Julieta Maria Carriconde Fripp (FAU)
87. Leila Macias (Depto de Botânica, IB)
88. Leticie Mendonça Ferreira (IFM)
89. Liader da Silva Oliveira - STA/FaUrb
90. Lígia Cardoso Carlos (FaE)
91. Lisandra Sauer (Matemática e Estatística/IFM)
92. Lisiane Sias Manke (História/CAVG)
93. Loiva Soares Vargas - STA/FV
94. Lorena Almeida Gill (História/ICH)
95. Lori Altmann (Antropologia/ICH)
96. Lucia Peres (FaE)
97. Luciane Prado Kantorski (Faculdade de Enfermagem)
98. Luciano Volcan Agostini (IFM)
99. Luís Rubira (Filosofia/ISP)
100. Luiz Alberto Brettas (Matemática e Estatística/IFM)
101. Luiz Carlos Boemeke Junior - STA/IB
102. Luiz Carlos Rigo (ESEF)
103. Luiz Filipe Damé Schuch (Veterinária)
104. Luiz Paiva Carapeto (Faculdade de Veterinária -HCV)
105. Manoel Vasconcellos (Filosofia/ISP)
106. Mara Lúcia Vasconcellos da Costa - STA/ICH
107. Marcelo Ramos Ramirez - STA/HE
108. Márcia Alves (FaE)
109. Márcia Bueno Pinto (Odontologia)
110. Márcia Espig (História/ICH)
111. Márcia Ondina Vieira Ferreira (FaE)
112. Maria Antonieta Dall'Igna (FaE)
113. Maria da Graça G. Ramos (FAT)
114. Maria de Fátima Alves Vieira (Nutrição)
115. Maria de Fátima Cóssio (FaE)
116. Maria de Fátima Duarte Martins (FaE)
117. Maria de Lourdes Bogacki - STA/Aposentada
118. Maria José Blaskovski Vieira. (Centro de Letras e Comunicação)
119. Maria Letícia Mazzucchi Ferreira (Museologia/ICH)
120. Maria Suzana Mendes - STA/Aposentada
121. Maria Tereza Tavares Fujii - STA/CI
122. Mariângela Silveira Bairros (FaE)
123. Mauro Augusto Burkert Del Pino (FaE)
124. Maximiano Guimarães Neves - STA/CAVG
125. Mirela Meira (FaE)
126. Moira Stein (Teatro/IAD)
127. Nara Nilcéia da Silva Santos (Turismo / FAT )
128. Nélson Araújo Cabelleira - STA/FaUrb
129. Ney Vátimo Bruck (FaE)
130. Nilton Ferreira dos Reis - STA/PRIE
131. Nilton Jalvan Ribeiro - STA/IB
132. Nilton Moraes Granada - STA/Aposentado
133. Nirce Saffer Medvedovski (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)
134. Noris Leal (Museologia/ICH)
135. Orgaides Silveira Medeiros - STA/FM
136. Paulo Cesar Possamai (História/ICH)
137. Paulo Fernando Nunes Duarte - STA/Aposentado
138. Paulo Gaiger (Teatro/IAD)
139. Paulo Koschier (STA/ICH)
140. Paulo Ricardo Mendes Prestes - STA/PRIE
141. Paulo Rigatto (FAEM)
142. Paulo Roberto Krebs (Física/IFM)
143. Paulo Toribio Fernandes Rocha - STA/Aposentado
144. Pedro Antonio S. Besko - STA/FAEM
145. Rafael Guedes Milheira (Arqueologia/ICH)
146. Regiana Blank Wille (IAD)
147. Rejane Almeida Ribeiro - STA/CAVG
148. Renata Azevedo Requião (Centro de Letras e Comunicação)
149. Renata Menasche (Antropologia/ICH)
150. Rita de Cássia Morem Cóssio Rodriguez (Botânica/IB)
151. Roberito Heiden (Conservação e Restauro/ICH)
152. Rogério Tavares Constante (CM)
153. Rosa Elane Antoria Lucas (Geografia/ICH)
154. Rosane dos Santos Brandão – STA/IAD
155. Rosane Silva de Mello - STA/IQG
156. Rudi Gaelzer (Física/IFM)
157. Rui Antonio Dutra Vahl - STA/PRIE
158. Sandra Demarco (Odontologia)
159. Sandro de Castro Pitano (Geografia/ICH)
160. Sebastião Peres (História/ICH)
161. Sérgio Batista Christino - STA/Letras
162. Sérgio Eloir Teixeira Wotter - STA/HE
163. Sérgio Ricardo Strefling (Filosofia/ISP)
164. Simone Portella Teixeira de Mello (Administração/FAT)
165. Taís Ferreira (Teatro e Dança/IAD)
166. Tânia Maria de Paula Feijó – STA Aposentado/ICH
167. Tanizia Bender - STA/PRGRH
168. Terezinha Fujita (FaE)
169. Thiago Colombo de Freitas (Conservatório de Música)
170. Thiago Silva de Amorim Jesus (DMAC/IAD)
171. Tiago Collares (Biotecnologia)
172. Urania Pereira Sperling (Turismo/ FAT)
173. Vanessa Caldeira Leite (Teatro/ÍAD)
174. Vânia Loureiro (STA)
175. Venceslau Medeiros Férsula - STA/Aposentado
176. Vera Maria de Oliveira Lopes - STA/Federal FM
177. Verno Krug (FaE)
178. Verônica Caldeira Leite - STA/IQG
179. Virgínia Alves (IFM)
180. Vitor Hugo Silva dos Santos - STA/HE
181. William Héctor Gómez Soto (Sociologia/ISP)
182. Wilson Marcelino Miranda (DAV/IAD)
183. Zedeni da Silva Braun - STA/Aposentada
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
DILMA, PRO BRASIL CONTINUAR MELHORANDO!
Sei que esse cara irrita muitos...
Mas há que se aprender com ele...
Mas há que se aprender com ele...
DILMA, PRO BRASIL CONTINUAR MELHORANDO!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Precisa Dizer Mais???
E Serra é o maior responsável pela privatização da Light e da Vale do Rio Doce (hoje VALE)...
Precisa dizer mais???
Precisa dizer mais???
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Mas e o que tem de político eleitoral nisso?
Bueno, espero que me entendam. Não consigo ver, nessa falácia da quebra de sigilo na Receita, uma verdadeira motivação eleitoral. Sério! E nem é porque vou votar na Dilma. É que para mim isso é um caso de polícia e não de política.
Quando começou essa história até pensei que podia ter uma motivação eleitoral. Mas tudo ocorreu ano passado e, refletindo melhor, me dei conta de que não é nenhuma novidade. O próprio Serra já teve seus dados vendidos na calçada em São Paulo - e olha que ele nem ficou esperneando daquela vez (é só olhar a reportagem do SBT, abaixo).
Como caso de polícia é, aí sim, muito sério. Sabemos que empresas vendem seus cadastros de usuários e é por esse motivo que, vez que outra, recebemos em nossos e-mails ou caixa de correspondência ofertas "imperdíveis" de crédito, remédios estimulantes e, graciosos e santificados vírus (aos milhões). Quanto a dados da Receita Federal, aí já fica mais complicado, pois além de saber quanto o ser humano ganha, o receptador passa a saber onde mora a vítima, quais seus telefones, nomes dos dependentes e bens que ela possui. Por esse motivo deve ser alvo de investigação da Polícia Federal - diga-se de passagem, a que mais tem trabalhado no Brasil nos últimos anos.
Penso que, como toda a campanha do candidato tucano, essa é mais uma estratégia furada para tentar reverter um quadro, para ele, de derrota acachapante. Primeiro usa o Lula na campanha e não o FHC (que anda falando mal da campanha do amigo), depois passa a exibir seu programa na TV como um palanque de ataque à Receita Federal e de defesa da pobre filha aviltada em seus direitos - ATENÇÃO! Aquele espaço não é para mostrar propostas de governo?
Para finalizar, a última grande pérola do Serra saiu agora, é fresquinha. A grande frase atual do homem que acha que gripe suína se pega quando um porco espirra na nossa cara, é de que "Lula só voltará ao poder se eu ganhar". Bárbaro, já está admitindo que seu governo (caso ele existisse) seria uma "m" tão grande que o Lula voltaria a ser Presidente em 2014. Ou seria pior? Será que o Serra pretende apoiar o Lula 2014 (seria engraçado ver ele e o FHC cantando "Lula Lá").
Sem mais comentários!
Sem mais comentários!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Nunca te vi, sempre te amei.
Mateus tinha tudo para não se interessar por futebol, e menos ainda pelo Inter. Nunca viu o sol, uma árvore, os olhos verdes da morena ou a torcida cantando no estádio, o que muitos consideram o toque mágico para uma criança se encantar pelo mais apaixonante dos esportes e definir o time do coração. Nasceu cego.
O pai, a mãe e os dois irmãos são gremistas. Tentaram convertê-lo. Em vão. Um sentimento que Mateus tem dificuldade de explicar fez dele colorado ao ponto de ver proezas como a que o Inter sonha consumar hoje com o bi da América.
É nesta condição que Mateus, 14 anos, lutará com o Inter hoje. O verbo ver consta do dicionário de Mateus. Assim, ele viu, e é capaz de descrever, o gol de Adriano Gabiru na final do Mundial contra o Barcelona. Nos últimos quatro anos, construiu aos poucos o gol no seu imaginário. Ouviu dezenas de vezes a narração de Pedro Ernesto na Gaúcha. Leu tudo sobre o jogo na internet, com um software que narra os textos selecionados no teclado especial. Conversou com amigos. Sob inspiração do gaúcho e amigo Ricardinho, o Pelé da Seleção Brasileira de futebol para cegos, tornou-se atacante de habilidade. Já está marcando gols naAssociação de Cegos do Rio Grande do Sul (Acergs). Seus dribles o ajudam a ver com nitidez a bola entrando em Yokohama.
– O Iarley dominou no meio, girou sobre um zagueiro e deu ao Gabiru. Aí ele acertou no contrapé do goleiro – diz Mateus, com precisão.
Aluno do Santa Luzia, Mateus cumpre ritual para torcer
Mateus queria muito ir ao jogo contra o Chivas, mas não vai. Deficientes visuais têm acesso livre e área especial no Beira-Rio, mas não há como entrar sozinho. Alguém precisa guiá-lo, e este alguém não conseguiu ingresso. Então, Mateus vai cumprir o ritual de sofrimento em casa, onde caminha sem auxílio por todos os cantos. Três horas antes do jogo, acionará os seus olhos no futebol: o radinho.
– Estou sempre com o radinho, embora nada se compare a ir ao estádio. Já fui na Popular. Eles usam bandeiras e colocam faixas de apoio em vermelho. Não há como descrever como é o vermelho, mas sei que é uma cor forte. Tudo a ver, portanto – ensina Mateus, com singeleza e humor que chega ao sublime quando, horas antes dos jogos, ele sai do quarto, vai até a sala e diz sorrindo para os gremistas da casa: “tá, podem ligar esta tevezinha aí que vai começar”.
É o momento de vestir a camiseta branca escrito atrás Libertadores-Recopa-Mundial e fechar a porta do quarto. Ritual completo. Mas o que seria exatamente o branco para Mateus, cujo ressecamento incurável na retina o impede de enxergar desde o primeiro suspiro de vida?
– Meu pai ensinou que é mais claro. Vejo tudo escuro, mas quando tem luz sinto um calor nos olhos. Fica diferente.
Mateus Roberto de Souza Gusmão, da 8ª série do Instituto Santa Luzia, suspeita que não conterá o choro de alegria se o Inter se abancar no panteão dos vencedores novamente. Quatro anos depois de 2006, se tudo der certo hoje, talvez demore menos para construir a visão do ídolo Bolívar – a quem gostaria de ter a chance de dizer “eu acredito em você” hoje – erguendo a taça. Uma imagem que pode ser mais bonita do que a real.
Mateus já não faz muita questão de ver de verdade. Para Rejane, a mãe incansável, disse certa vez que não havia mais necessidade de buscar a cura impossível, conforme atestam os médicos.
– É até bom não ver. Tem muita coisa neste mundo que eu não gostaria de ver. A violência na rua, por exemplo. Sou feliz assim. E vou ficar muito mais feliz se o Inter for campeão de novo. Porque o Inter é...sei lá... é tudo. O Inter é tudo.
Mateus nunca viu, mas sempre amou o Internacional.
É nesta condição que Mateus, 14 anos, lutará com o Inter hoje. O verbo ver consta do dicionário de Mateus. Assim, ele viu, e é capaz de descrever, o gol de Adriano Gabiru na final do Mundial contra o Barcelona. Nos últimos quatro anos, construiu aos poucos o gol no seu imaginário. Ouviu dezenas de vezes a narração de Pedro Ernesto na Gaúcha. Leu tudo sobre o jogo na internet, com um software que narra os textos selecionados no teclado especial. Conversou com amigos. Sob inspiração do gaúcho e amigo Ricardinho, o Pelé da Seleção Brasileira de futebol para cegos, tornou-se atacante de habilidade. Já está marcando gols naAssociação de Cegos do Rio Grande do Sul (Acergs). Seus dribles o ajudam a ver com nitidez a bola entrando em Yokohama.
– O Iarley dominou no meio, girou sobre um zagueiro e deu ao Gabiru. Aí ele acertou no contrapé do goleiro – diz Mateus, com precisão.
Aluno do Santa Luzia, Mateus cumpre ritual para torcer
Mateus queria muito ir ao jogo contra o Chivas, mas não vai. Deficientes visuais têm acesso livre e área especial no Beira-Rio, mas não há como entrar sozinho. Alguém precisa guiá-lo, e este alguém não conseguiu ingresso. Então, Mateus vai cumprir o ritual de sofrimento em casa, onde caminha sem auxílio por todos os cantos. Três horas antes do jogo, acionará os seus olhos no futebol: o radinho.
– Estou sempre com o radinho, embora nada se compare a ir ao estádio. Já fui na Popular. Eles usam bandeiras e colocam faixas de apoio em vermelho. Não há como descrever como é o vermelho, mas sei que é uma cor forte. Tudo a ver, portanto – ensina Mateus, com singeleza e humor que chega ao sublime quando, horas antes dos jogos, ele sai do quarto, vai até a sala e diz sorrindo para os gremistas da casa: “tá, podem ligar esta tevezinha aí que vai começar”.
É o momento de vestir a camiseta branca escrito atrás Libertadores-Recopa-Mundial e fechar a porta do quarto. Ritual completo. Mas o que seria exatamente o branco para Mateus, cujo ressecamento incurável na retina o impede de enxergar desde o primeiro suspiro de vida?
– Meu pai ensinou que é mais claro. Vejo tudo escuro, mas quando tem luz sinto um calor nos olhos. Fica diferente.
Mateus Roberto de Souza Gusmão, da 8ª série do Instituto Santa Luzia, suspeita que não conterá o choro de alegria se o Inter se abancar no panteão dos vencedores novamente. Quatro anos depois de 2006, se tudo der certo hoje, talvez demore menos para construir a visão do ídolo Bolívar – a quem gostaria de ter a chance de dizer “eu acredito em você” hoje – erguendo a taça. Uma imagem que pode ser mais bonita do que a real.
Mateus já não faz muita questão de ver de verdade. Para Rejane, a mãe incansável, disse certa vez que não havia mais necessidade de buscar a cura impossível, conforme atestam os médicos.
– É até bom não ver. Tem muita coisa neste mundo que eu não gostaria de ver. A violência na rua, por exemplo. Sou feliz assim. E vou ficar muito mais feliz se o Inter for campeão de novo. Porque o Inter é...sei lá... é tudo. O Inter é tudo.
Mateus nunca viu, mas sempre amou o Internacional.
Diogo Olivier - Zero Hora
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Avante! Óh vítimas da fome (de conhecimento)!
Não, não estou a escrever sobre futebol e a possível conquista COLORADA na quarta!
Mas estou sim preconizando o ataque como a melhor forma de ganhar...
Tá, já explico. Outro dia o amigo Álvaro me repassou uma carta de uma professora a revista não-veja (sim, em letras minúsculas mesmo). De antemão aviso que não verifiquei a autenticidade da mesma. Não sei se existe a professora, se ela mandou mesmo aquele texto, etc. Isso realmente não importa. O que importa é uma idéia (ou ideia) que sobressaltou-se naquele e-mail. Está na hora de atacar!
É o seguinte, nos últimos anos os setores preferencialmente à direita da sociedade (leia-se os mais ricos e conservadores) descobriram o verdadeiro problema da Nação: o Professor!
Isso mesmo, é o professor (para eles sempre com letras minúsculas) e não a educação. Nem mesmo o sistema de ensino que, como sabemos, é diferente do conceito de educação. Este se adquire em casa, no convívio social, no exemplo e diálogo com os mais experiente. Aquele tem por maior objetivo aparelhar crianças e jovens para o convívio profissional, cultural, econômico e, também, social. Concluindo esse parágrafo, não é na escola que se aprende a pedir licença e agradecer – lá apenas exercitam-se e aprimoram-se esses e tantos outros ensinamentos advindos do lar.
Mas o que me motiva a escrever aqui é que, nós que trabalhamos com educação, precisamos parar de nos defender. Mandemos às favas economistas, empresários, políticos, jornalistas, advogados, médicos, videntes, o papagaio da vizinha e todos aqueles que não entram e nunca entrarão numa sala de aula dos dias atuais, mas sentem-se muito a vontade para dar receitas, mostrar o que está errado e dizer que o professor tem que parar de reclamar de salários e excessiva carga horária e começar a exercer sua “vocação” bem! ÀS FAVAS SENHORES! Com todo o respeito, é claro.
Passemos, Professores, Servidores de Escolas, Profissionais realmente envolvidos com o sistema de formação de professores e de ensino, a repudiar e negar a legitimidade desses mal-intencionados que vêem a possibilidade de deleitar-se com o som da própria voz, ou as manchas da própria ignorância no papel, atacando os profissionais do ensino.
Nós que trabalhamos com e para a Educação, sabemos muito bem que o problema da sala de aula atual está em casa e na sociedade que não valoriza o conhecimento, que ridiculariza o ensino e que, omissa, culpa os profissionais errados pela própria frustração.
Veremos todos, nas próximas décadas, gerações de revoltados contra a escola. Mas dentre essas gerações, alguns poucos dar-se-ão conta de que de podem ficar revoltados, essa revolta deve voltar-se ao próprio pai e a própria mãe, que não os amparou e OBRIGOU a estudar. Ou então, revoltar-se-ão contra políticos, economistas, advogados, empresários, etc. que enganaram a sociedade com a idéia de que a culpa era dos professores.
Logo, se posso aconselhar alguém sobre o que fazer em relação aos tecnocratas plantonistas da ignorância. AO ATAQUE! Quando um energúmeno desses começar a falar de educação, desconstruamos seu discurso mostrando que a sala de aula não é o chão da fábrica, não é a planilha eletrônica, muito menos o palanque da fala fácil e desprovida de compromisso.
É isso!
___________________
PS.: Em tempo. O título é uma estrofe do Hino À Internacional Socialista.
Comparando
Esse vídeo é só para aqueles que não são "anti", pois pra esses nada que seja "pró" parece servir...
Sim, DILMA 2010!
Sim, DILMA 2010!
sábado, 14 de agosto de 2010
Serra é o Genérico...
Então... segundo analistas ouvidos pela Globo News, Serra é o genérico...
Se ouviram até o final... fica apenas um posicionamento... SEM COMENTÁRIOS...
Se ouviram até o final... fica apenas um posicionamento... SEM COMENTÁRIOS...
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Lindo Pôr-do-Sol no Japão...
No Sul do Sul, para os que me compreendem, até os neurônios custam a engrenar seu funcionamento... pois eis que, voltando para a Terra do Doce, ao deparar-me com as cenas abaixo, não consegui definí-las senão como um pôr-do-sol... até encontrar o difícil termo alvorecer eu e meus companheiros de regresso cunhamos um novo e passamos a compreender esse começo de dia como um pôr-do-sol japonês... hehehehe...
Seja como for, o espetáculo do ressurgimento do sol foi lindo... inda mais que tínhamos geada por todos os lados..."Um dia frio... um bom lugar pra ler um livro... um pensamento lá em você (s), pois sem você (s) não vivo..."
terça-feira, 27 de julho de 2010
Tocando em Frente...
Porque também somos capazes de boas obras...
Cada um de nós compõe a sua história
e cada ser em si carrega o dom de ser capaz... e ser feliz!
...
Cada um de nós compõe a sua história
e cada ser em si carrega o dom de ser capaz... e ser feliz!
...
Para que ninguém esqueça! Para que nunca mais aconteça!
"Eu estou depressivo… sem telefone… dinheiro para o aluguel… dinheiro para o sustento de criança… dinheiro para dívidas… dinheiro!!!… Eu estou sendo perseguido pela viva memória de matanças, cadáveres, cólera e dor… pela criança faminta ou ferida… pelos homens loucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policial, assassinos…"
O trecho acima é uma parte da carta de suicídio do fotógrafo Kevin Carter (1960 - 1994), que em 1993 registrou a cena ao lado, ganhando o prêmio Pulitzer.
Penso ser improvável que, no momento em que escrevo esse texto, ou no momento em que você o está lendo, tal cena não esteja repetindo-se em algum lugar no hemisfério sul (talvez até mesmo no nosso quintal - metaforicamente falando).
Não escrevo para chocar, acusar-nos de complacentes, desalmados, desumanos. Veja bem a marcação do "nos", que me inclui na presente sentença. Escrevo para compartilhar uma esperança, talvez mais um desejo. Enquanto NOS preocupamos com nossas vidas pequeno-burguesas, nossas contas, dívidas, anseios de consumo, nesses mesmos lugares onde a humanidade mostra sua face mais cruel e medíocre, homens e mulheres dedicam suas vidas para minimizar o sofrimento e levar fé e vida aos tantos que necessitam.
Sei que nosso estágio evolutivo ainda permite que sejamos algozes e vítimas de realidades assim. Precisamos melhorar muito para chegarmos a um patamar minimamente humano (no sentido que gostamos de pensar que o termo tem). Mas isso é possível no dia-a-dia, em pequenas atitudes e gestos de caridade.
Seja compartilhando o que temos, no auxílio a entidades reconhecidamente sérias, no trabalho de limpeza de nossos abarrotados guarda-roupas, da distribuição farta de sorrisos e abraços, na busca constante por melhorarmo-nos a cada dia, estaremos concorrendo para a melhora do nosso ambiente e, consequentemente, na melhora da humanidade.
Quanto a imagem e o que ela fez ao seu produtor. Bueno, teve um cara que disse, há uns 2000 anos que "os escândalos são necessários, mas ai de quem os produzir" (mais ou menos isso). O pobre do Carter cumpriu um papel fundamental de denúncia de nossa hipocrisia enquanto povos civilizados do Ocidente, em que pese ter pago com a vida o cumprimento de penosa função.
Seja como for, trabalhemos como as formigas, dentro de nossas possibilidades para que, parafraseando grupos que lutam por justiça em relação ao regime militar no Brasil, "ninguém esqueça e que nunca mais aconteça".
sexta-feira, 9 de julho de 2010
O Milagre de Berna!
O que mesmo fazia ele, sentado sozinho dentro daquele vagão de trem? Rememorando os últimos meses, enquanto esperava o filho retornar do convívio dos campeões, descobriu naqueles dias a efetivação de um milagre.
O pai, a cruz, as lembranças. Aquele despedaçado homem via-se diante de si mesmo como nunca houvera feito antes. Buscava ali, frente ao altar com suas velas crepitantes e sua luz difusa, um sentido e muitas respostas. Encontraria um recomeço.
A lembrança lhe era vívida e doída. Sacado das profundezas seguras da terra fora jogado num conflito que lhe era desprovido de maiores significados. O frio, a fome, o perigo e o medo sim, esses compreendia bem. A liberdade atual, contraste de um longo cativeiro, mais concorria para a confusão dos sentidos.
Os últimos dias cobriam de tons cinzas seu olhar. O antes seguro provedor familiar tornara-se um peso na configuração do lar. Uma década e muitas mudanças. A filha lhe mostrava os traços da mãe. A mãe envelhecida pelo tempo e pelas agruras do dia-a-dia. O filho lhe afrontava. Era já um homem. Afeitos às artes musicais, ainda por cima desafiava-lhe com idéias comuns aos seus inimigos. Isso não podia admitir. Logo ele que tanto sofrera na mão dos “vermelho”. Mas também, o que tinha seu povo de perturbar aquela gente tão acostumada com o gelo? Pensava mesmo que o dirigente da nação esquecera-se de cuidar de seu povo, inebriado pelo álcool do poder.
Mas algo no seio familiar agredia-lhe mais o retorno. Partira sem conhecer que o tempo tinha esperas para entregar. O regresso lhe revelou outro rebento. Mocinho feito. Personalidade forte. Vontades próprias.
E aquela cruz lhe mostrando que somos todos falhos. E o alfinete da consciência lhe mostrando as falhas do retorno. O que mesmo estava a fazer no ambiente sagrado? De certo mais fácil seria o consolo da bebida. Mas tantas foram as dificuldades dos últimos anos que não criaria outra agora.
Absorto em seus pensamentos viu surgir a seus pés o manto negro que, ainda não sabia, lhe indicaria o caminho. A conversa fora longa. Cordial. Sincera. Não raros os momentos banhados por lágrimas que, por certo, não molhavam o rosto do padre. Um vez sim, o pastor de almas chorou. Foi quando ouvia a narrativa do exílio forçado e privado de liberdade do pobre homem.
Ao final, horas passadas, a esperança reencontrada e a certeza de que tudo seria diferente. Não por ter visto uma forma de modificar os seus. O padre mostrara-se alma caridosa e sábia, de modo que sem dizer, apontou o único caminho que lhe podia conduzir à paz. Compreendera no filho paroquial a dor da lembrança e o deslocamento do retorno. Sem muito falar foi conduzindo o diálogo pelo caminho que possibilitou àquele pai ver novamente na família um porto seguro. Seu mundo mudara muito na última década e ele haveria de mudar também.
Em casa as tensões começaram a diminuir, o cinza começava a transladar-se para tons mais vívidos e reconfortantes em sua vida. Os sorrisos multiplicavam-se e o sono já lhe era mais tranqüilo. Foi quando o momento inesperado apontou-lhe a possibilidade de conquista do herdeiro mais novo. Juntos, pai, filho e veículo emprestado foram atravessando a Alemanha rumo ao sul e, quase mil quilômetros depois, chegaram a Berna.Aquele ano de 1954 havia sido mesmo estranho. A liberdade, vários reencontros, a dura readaptação e o recomeço. Os coelhos da discórdia. De modo que estar ali, defronte um estádio de futebol, vendo o filho fugir da chuva e, esgueirando-se por espaços improváveis, entrar na arena, até nem lhe parecia tão incomum assim.
As últimas horas de convívio tinham aproximado pai e filho e, ao regresso radiante do jovenzinho seguira-se um longo, afetuoso e libertador abraço. Pai e filho num novo começo, num momento de aceitação mútua que indicava um futuro certamente melhor.
Os acontecimentos seguintes empurraram-nos para o trem dos heróis. Hermut Rahn, Fritz e Ottmar Walter, os aplausos, as muitas cervejas e, como um passe de mágica, o retorno a solidão daquela cabine de trem.
Tudo ficou claro. Não havia dúvidas. Vivenciava um milagre. E embora todos estivessem convictos de que a ação divina dera-se com a vitória alemã sobre a estonteante Hungria, ele, e somente ele, sabia que o verdadeiro Milagre de Berna havia posto definitivamente o pai de volta ao convívio da sua família e de si mesmo.
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Gostou? Não entendeu nada? Quer saber mais? Acesse: O Milagre de Berna
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Amanhecer no Laranjal
Um nascer do sol é um espetáculo para tocar o caração de poucos. Os poucos que conseguem acordar de madrugada. Ou que ainda não foram deitar. Seja como for, essas imagens são do começo da manhã (não necessariamente o nascer do sol). Mas é Laranjal e um belo sol.
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PS.: As fotos são minhas!
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